A voz das vítimas, o revisitar da prisão do Aljube.

A voz das vítimas é uma exposição organizada pela Fundação Mário Soares, o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Movimento Cívico Não Apague a Memória!,em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa.

O espaço escolhido para acolher a exposição é a antiga Cadeia do Aljube, cenário que, a partir de 1928, terá cruzado a vida dos rostos que têm voz com este projecto e de muitos mais. A ” ideia de fazer justiça às vítimas da repressão durante a ditadura, mostrando, de modo necessariamente breve, como esta se organizou e quais foram as condições em que milhares de homens e mulheres a sofreram, nas masmorras daquele regime, na tortura e, algumas vezes, morrendo pelos seus ideais.”

A exposição, que se desenrola por 3 pisos do edifício, evoca a história do edificado, que terá funcionado como espaço prisional para civis desde o século XIX, apresenta os resultados das escavações arqueológicas que nele decorreram e dá particular destaque, através de conteúdos escritos e audiovisuais, à sua utilização como prisão política durante a ditadura.

A par da exposição propriamente dita vão desenrolar-se diversas actividades em torno desta temática que poderá ir acompanhando on-line.

A exposição, com entrada gratuita, poderá ser vista todos os dias até dia 5 de Outubro.

Porque esta parte da História é nossa e há coisas que não podemos deixar cair no esquecimento.

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